"Um fim de mar colore horizontes"
Com a primeira referência pautada no poema do “escrevinhador” Manoel de Barros - Um fim de mar colore horizontes - foi que iniciei a composição desta máscara. Quando o mar parece casa quais sentidos te convencem a regressar à terra? Envolver-se e aprofundar-se nos mistérios do mar de braços abertos é o mesmo que querer morrer? Trata-se de magia, ou romance suicida? O mar e seus símbolos inconscientes abrigam a primeira vida, assistem o desenrolar do mundo e povoam a mente humana. Quais criaturas dançam em suas profundezas? Entre monstros e sereias, seres mitológicos e elementares... A máscara traz o rosto de uma num sem fim de possibilidades de vidas aquáticas.